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A Banda!
Em 10 de Janeiro de 2005, na casa do batera Tam, os membros da banda Impetuosos Tam e Leandro, chamaram o Caio e o Well para fazer parte da banda; A idéia inicial era tocar cover de bandas como Oficina G3, Resgate e Militantes. Com esse repertório, fizemos algumas apresentações na praça central da cidade (Itapeva-SP), e algumas cidades vizinhas como Nova Campina onde a Banda ganhou seu primeiro, único e último prêmio, ficando em segundo lugar no festival de música gospel do município. Com o passar do tempo, começamos a incluir no repertório músicas do Rodox e do P.O.D. A banda passou por várias mudanças em sua formação e por causa dessa mudança e a mudança de repertório, resolvemos mudar o nome da banda para TRANSBOARD (Transformação radical). Também foi colocado mais um guitarrista – o Rafael. Essas mudanças foram inúmeras, na guitarra base mesmo, passaram vários, mas a grande dificuldade foi mesmo em arrumar um Baixista. Dessa peregrinação passaram milhares. E com essas inúmeras formações, fizemos apresentações em algumas cidades do estado, como São Roque, Itapetininga, Capão Bonito, São Paulo, Sorocaba, entre outras cidades do estado. Participamos do festival Itapê Hits em 2005 ficando em primeiro lugar entre as Bandas de Rock. Aos poucos o repertório foi ficando mais pesado, incluindo no set list músicas como Ao lado do Sol, Cego de Jericó, Olhos Abertos, todas elas do Rodox, com isso participamos de vários festivais pelo estado. Em 2007, começamos a pensar em composições próprias, gravamos 7 músicas e com elas lançamos um EP virtual (apenas no myspace) porém percebemos que aquilo não era realmente o que queríamos tocar, então resolvemos tocar o que realmente estava na veia o hardcore! Com essa nova cara, fomos trabalhando “pra valer”. Dentre essas alterações, chamamos o Lango para ser nosso baixista e assim a banda se solidificou nessa formação, TAM, CAIO, LEANDRO e LANGO Em 2009 a banda começou a dar seus próprios passos no mundo independente, quando lançamos nosso 1°cd com 14 faixas. As influências da banda sempre foram Raimundos, Ramones, Rodox, P.O.D, e bandas do gênero! Em 2010 a banda gravou o clipe oficial da musica Bota Fé; Foi escolhida essa música para o clipe por causa da mensagem e do som pesado. Leandro Machado: Guitarra!
Tudo começou quando eu tinha 11 ou 12 anos. Descobri em cima do guarda-roupa um violão mais velho do que eu, todo furado de cupins, de quando meu pai (em memória) queria aprender a tocar, - o que nunca aconteceu -. Quando meu pai saia, eu pegava o violão Del Vecchio, ia escondido ao corredor da lavanderia e ficava tentando fazer os acordes do livro que veio dentro do bag “O Imperial – método prático para violão”. Quando já não era segredo que eu pegava o violão e já estava conseguindo mudar as posições com certa rapidez, comprei uma revista de cifras e a primeira canção que “arranhei” foi “Devolva-me” de Adriana Calcanhoto ou Marisa Monte, sei lá. Na sétima serie, comecei a amizade que revolucionou o que eu entendia por música, já que cresci ouvindo sertanejo, conheci o Luis Henrique (pinico) o cara que me deu a primeira fita K7 com nada mais nada menos que: “Andar na pedra, Eu quero ver o oco e P... em João Pessoa, eu nem sabia quem cantava essas músicas, mas, aquele som foi federal e eu passei a ser adepto do HC cru e sujo como ele é. Um tempo depois, o Caio (hoje vocal TB), o Danilo (bujaum), o Júnior e eu, eternos camaradas, começamos a fazer cover do Raimundos só por farra. Nós tocávamos no quarto do Caio, detalhe: sem contrabaixo, batera BNB horrível, seria melhor panelas, um microfone de R$ 1,99 preso com durex em duas vassouras como pedestal e as duas guitas, a minha Tonante que não afinava nem com macumba e a Gianini do bujaum ligadas na mesma caixa LL abelhuda e pesada que nós tínhamos de atravessar acidade carregando de dois com um pedaço de pau na alça. Com 16 anos mais ou menos, em 2002, tive um encontro revolucionário com o Deus do Hard Core, Jesus, se não fosse por ele eu... sei lá, teria morrido, aceitei a ele como Senhor da minha vida e entrei pra família I.E.Q. Um tempo depois, acho que em 2004, conheci o Tam e formamos uma banda de rock, a Impetuosos. Em 2005, o Caio assumiu o vocal e nós mudamos o nome para Transboard, desde então, gravamos o primeiro disco, pancada e, daqui pra frente, “TB na parada, se a gente não acorda os vizinhos, as pedras clamarão!” Anderson H. Silvano de Lara: Baixo!
Minha vida com o Rock começou cedo, aos 9 anos eu ganhei de minha irmã um cd do Oficina g3 (Alem do que os olhos podem ver) e um grande amigo dela me mostrou uns vídeosde algumas bandas de rock cristão como Rodox e Underoath, desde então eu comecei a ver o rock gospel com outros olhos, comecei a entrar no mundo cristão aonde comecei a descobrir novas bandas com som mais rápidos e pesados. Com o passar do tempo, fui conhecendo novas pessoas, e essas pessoas me influenciaram muito na vida, pois então comecei a escutar vários estilos de musicas fora do rock (tipo, Rap, hip hop, pagode, Eletrônica), mais tem um porém, Rock é coisa de louco cara e eu sempre fui um cara louco, sempre gostei de fazer um bate cabeça, um mosh muito doido com a galera e curtir um som pesado, então descobri que o Rock fazia parte da minha vida! Com o passar do tempo comprei um violão e comecei a treinar sem professor algum, tudo na raça mesmo! Com 3 meses já estava conseguindo fazer bem as bases de guitarra mais mesmo assim não tinha muita noção de musica, sabía tocar mais não sabia as notas, e então resolvi me aprofundar um pouco mais, falei para o meu avô ( Um Grande musico , e um cara que eu admiro muito) me ensinar a tocar violão de verdade, por que eu queria montar um banda de rock e queria ser o guitar! Fui atrás do meu sonho e consegui! Em 2008, montei uma banda de hardcore chamada inside 77, Até então eu era vocalista! Em 2009 a banda se desfez e fui chamado pra quebrar um galho no baixo para a banda Transboard, na época eu nem curtia tocar baixo, mais mesmo assim eu aceitei de fazer alguns shows com os caras porque eu curtia o som deles e com o passar do tempo fui me adaptando com a banda e comecei a curtir tocar baixo e entrei na Transboard no mesmo ano! Meu intuito sempre foi levar a palavra de Deus através do bom e velho rock, mostrar a todos que a palavra de Deus pode ser levado através do punk / hardcore também! Jonathan Edward Pontes Selbmann: Bateria!
Bom... Minha história no meio musical começou por volta de 1997 quando eu era da Igreja Casa de Oração Filadélfia. Lá, eu comecei a me interessar por instrumentos... Comecei tocando pandeiro meia lua (daquele jeito hehehe). Sempre fui apaixonado por contra baixo, eu sempre ficava olhando os baixistas da Igreja tocarem, porém, certo dia um Sr. da Igreja chegou para mim e falou, “Rapaz, você tem biótipo de baterista”, e eu acreditei.. kkkkkk. Desde então, comecei a estudar batera, fiz meia dúzia de aulas e fui treinando, tocando no louvor da Igreja, até que o pessoal da Igreja resolver montar uma banda, a banda Impacto. Eu era baterista free lancer dessa banda, porém nunca cheguei a tocar em nenhum show com eles. Anos depois, por volta de 2002, já em outra igreja, conheci uma galerinha, Diegão, Abel, Moisés e Adriano e resolvemos fundar uma banda, a Impetuosos. Banda essa que foi passando por mudanças, conheceu o Lê, o caio, o Tiaguinho e continuamos a tocar nossos covers. Em 2005, já com outra formação, Eu, Lê, Caio, Rafa e Well, resolvemos fundar a TRANSBOARD. De lá pra cá, só tenho tido crescimento musical, o amadurecimento e o desenvolvimento técnico são evidentes, onde comecei a tocar músicas mais rápidas e pegadas como as do Rodox. Em 2007 lancei juntamente com a Banda um single virtual, e em 2009 lancei meu primeiro CD pra valer. Minha linha musical no início era bem mesclada, eu curtia de tudo, desde RAP brasil, Falcão, até Michael Jackson. Comecei a curtir muito Lobão, Paralamas, capital Inicial e Legião Urbana onde foi minha banda preferida por muitos e muitos anos. Depois disso, um amigo me deu uma fitinha K7 com umas musicas muito doidas, onde eu ficava cantando o dia todo (foi num P.. em Joao Pessoa....), hehehe banda essa que me influencia musicalmente até hoje, eu procuro seguir essa linha musical até hoje, minha forma de pensar é essa, eu quero fazer o que ninguém faz, um som pesado, divertido e “sem cores”.. hehehe Caio Henrique de Oliveira Martins: Vocal!
Desde criança tenho contato com música, meu pai tinha uma dupla sertaneja e eu assistia os ensaios lá em casa e também ia aos shows, nos bailes e até nos botecos. Nesse tempo reuníamos os amigos em casa pra tocar eu tinha uma bateria e os caras atravessavam a cidade trazendo caixas amplificadas e etc. Tocávamos de tudo, e o publico era os vizinhos! Porém em uma noite meu pai cansado daquela vida resolveu sair em busca de algo que nem ele sabia o que, foi quando ele viu uma igrejinha no centro da cidade e resolveu entrar... Uma Congregaçãozinha quadrangular, do Pr. Marcos e Miss. Valquíria. No outro dia ele me convidou pra ir ver o filho do pastor que tocava bateria e que tinha apenas 9 anos; Fui lá conferir na época eu tocava bateria e fiquei curioso. Quando fui ao culto naquela noite prá ver o filho do pastor tocar, pude ver o poder de Deus se manifestar, vi pessoas caindo quando o pastor orava, coisa de loco! Aquilo realmente mexeu comigo, e conforme o tempo foi passando continuei freqüentando os cultos e tive um encontro real com Deus, ele foi abrindo os meus olhos; Quando descobri algo que nunca tinha parado pra pensar: Qual era o motivo da minha existência; Foi quando Deus me ensinou eu existo pra glorificar e louvar a Ele, pois eu vivia por viver, sem rumo, sem razão, sem nada. Conforme o tempo foi passando Deus foi me lapidando e me transformando em uma nova pessoa abandonando muitas coisas, velhos hábitos. Logo o Pastor me chamou pra tocar no louvor, passei por todos os instrumentos o que me ajudou muito musicalmente falando. O Senhor operou grandes coisas na vida do meu pai, ele abandonou a vida que levava e parou com a dupla, parou de beber e de fumar hoje é Pastor. Comecei a ver Deus agindo em nossas vidas. Certa noite teve um Louvorzâo em uma igreja em Itapeva e fui lá e os últimos a se apresentar foi a banda impetuosos do meu amigo Leandro cujo qual crescemos juntos. Rock dentro da igreja era algo novo pra mim, pois tinha acabado de entrar nem sabia se tinha isso. Quando assisti os caras tocando pensei queria fazer parte dessa banda! Pois o rock ainda tava lá na veia. Acabou o culto parabenizei os caras e fui embora. Passado alguns dias os caras me convidaram pra fazer um teste porque eles estavam precisando de vocalista. Deu tudo certo entrei na banda, mas como tecladista não gostava muito da minha voz, mas acabou eu mesmo como vocalista e estamos aí até hoje pra glorificar ao Nosso Deus! |
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